Essência...s...Essenciais

Porque há palavras e pensamentos que precisam se ganhar forma «audível», de maneira a concretizar energias necessárias.
E a valorização, e a gratidão são forças que cada um de nós tem que gerar e alimentar para que tudo corra melhor.
Há pessoas bonitas que se alegram com a alegria interna e dos demais, gente que fica feliz pela felicidade interna e pela dos demais. Gente que procura tornar mais leve o seu «viver» e o dos demais!
E é sobretudo por aí que deveria ser o nosso caminho.

Que a doçura e a gentiliza possam ser, cada vez mais, o modus operandi de cada um de nós!
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Obrigada por estas palavras!


«Tanta pessoa bonita aqui. Tanta, tanta. Tanta gente a dar o melhor de si todos os dias. Tanta gente a dar o seu tempo, o seu colo, o seu abraço. Tanta gente que cuida, que ampara e que conforta. Tanta gente agasalho quando faz frio no coração, tanta gente corrimão quando os degraus da vida são escorregadios. Tanta gente âncora quando a corrente do desalento traz a esperança à deriva, tanta gente estrela que dissipa a tristeza com a luz que traz no olhar e orienta o coração na... direção da certeza de dias melhores. Tanta gente tão bonita. Tu, sim, que paraste hoje para não deixares para trás quem se queria deixar ficar. Tu, sim, que ofereceste o teu sorriso a quem perdeu o seu. Tu, sim, tu, que olhaste com ternura para quem se julgava invisível. Tu, sim, tu aí, estou a falar contigo, tu que tiveste uma palavra de carinho para quem a dor prendeu a voz, tu que quiseste aproximar-te de quem traz os sonhos perdidos e o olhar distante, tu que quiseste ficar perto de quem sente a vida ausente. Tu. Que coração tão bonito o teu.»

Encontrado no Facebook, lado.a.lado

Mais neste link: https://www.facebook.com/coisasdavida.vidadascoisas/?notify_field=website&modal=profile_completion&notif_id=1514720948411243&notif_t=page_profile_website

 
 





 
A vida, às vezes, coloca-nos em situações em que temos que lidar com muitas frentes em simultâneo, num teste duro de resistência, de coragem, de sobrevivência.
Todos temos problemas, mas às vezes, a sensação de sermos esmagados por eles é realmente incapacitante.
E é nestes momento em que o Apoio dos que nos Amam mais conta…
E conta pela sua existência, e, infelizmente, também conta (e muito) pela sua ausência.

Porque é nestas circuntâncias de fragilidade, de cansaço, de instabilidade, que sentimos mais a falta daquilo que deveria ser automático na relação entre pessoas que estão, teoricamente, ligadas por laços de amor, de carinho. Mais do que palavras doces e de promessas meigas, é aquela sensação de colo e de suporte, com gestos efectivos e comportamentos concretos de facilitação e de simplificação, de solidez e de estrutura…
Nestes momentos duros, torna-se exponencial o efeito de receber uma bengala ou uma rasteira.
E o que se questiona, depois de algo assim, é afinal, como se reorganiza o puzzle da vida, com tantas frentes abertas e + uma- onde quem deveria coser com agulha e linha, descose com tesoura e faca afiada….
Hoje, dia 04 de Junho, é o dia de aniversário da minha querida bisavó, que já partiu há muitos anos
Mas ainda assim. sei que continua a dedicar-me o seu imenso amor, esteja onde estiver. E sei disso, porque além do conhecimento inconscientemente destas coisas, quando me lembro dela, sinto uma grande emoção, daquelas que humedecem os olhos e fecham a garganta… não por anda de negativo, tudo pelo contrário: invade-me uma emoção boa de saber e sentir que se é amado, que se foi amado e sobretudo, por saber e sentir que este será um Amor por todos os tempos e Dimensões.

E posto isto, sendo esta uma data que conscientemente reconheço, hoje esqueci-me dela.. até que encontro, do nada (como costuma ser…), uma pena branca.

E automaticamente recordei que era o dia de anos da minha Bisa….
Sou uma pessoa de muita fé, acredito no Universo e no meu Deus. Acredito sobretudo, no Deus Amor, que anda tão fraquinho em tantos sítios e em tantos momentos das nossas vidas…
E sinto uma tristeza grande quando me apercebo que também eu, às vezes, não sou tão próxima como deveria ou quereria desta força imensa que é o Amor.


Em 22 de maio, comemora-se o dia de Santa Rita de Cássia, conhecida por "advogada das causas impossíveis".

Imagem Santa Rita de Cássia

Sou uma pessoa de Fé, crente sobretudo no Bem e no AMOR.
Acredito que este é o princípio de tudo, e procuro, dentro do que humanamente consigo, pô-lo em prática no meu dia-a-dia.

E neste dia, gosto sempre de me lembrar e agradecer a Santa Rita tudo o que de bênçãos me têm ajudado a conseguir.,
Porque o que é pedido com o coração, tem muita força. Claro que por vezes desejamos coisas que não se traduzem em algo positivo: muitas vezes acontece-nos. Por isso desejo que todas os nossos desejos e as nossas escolhas, sejam efectivamente incentivo à nossa evolução.



 
Hoje vivi um daqueles momentos em que tomamos consciência de que um determinado acontecimento passa a marcar os dias do calendário vital.
Não sei se é uma questão racional, emocional ou apenas adaptativa. O que sim sei é que é algo que simplesmente se impõe e acontece de forma praticamente automática.
E isto é algo que efectivamente já tinha experienciado, chamando-lhe «memórias impregnadas na alma»: sons, cheiros e até datas em que o nosso corpo recorda o que a mente se esqueceu de lembrar, mas cujo impacto afectou a nossa vida.
Celebramos no domingo o Dia da Mãe, um dia realmente bonito para quem tem a felicidade de ter a sua Mãe viva, com saúde, e com o imenso Amor que deve unir pais e filhos.

Nem todas as pessoas sentirão este dia de igual forma. Ou porque há um vazio e ausência desta figura. Ou porque não se coaduna com o que deveria representar.

E isto fez-me pensar também no meu Pai, que partiu há uns meses..
E trouxe-me uma reflexão sobre o que é criar um novo papel na nossa vida.
Desde que nasci, sempre vivi com o papel de Filha integrado/ impregnado/ tatuado na alma e na minha existência. Antes de ser outra coisa qualquer, era «filha».
Neste momento, continuo  ser filha, mas sem Pai presente, sem Pai vivo.
E ainda é um misto de sentimentos e de ideias, mais em jeito de imbróglio que de mistura homogénea.

E ainda que acredite que o Amor transcende as barreiras/ fronteiras do tempo e do espaço, que existe quando partilhado independentemente da dimensão em que nos situemos, é uma adaptação que custa fazer. Com aquela estranheza e desorientação, alguma desrealização até.... É um processo, sem dúvida. Mas é trabalhoso e complicado sobretudo porque tem em si mesmo a noção inevitável do «nunca mais»....

Porque há dias em que apenas deveríamos dar espaço à calma.
Porque há dias em que apenas deveríamos aceitar que a tranquilidade nos invada.
Porque há momentos em que apenas deveríamos permitir a entrada daquilo que nos faz bem.
Porque há situações em que apenas deveríamos receber beleza e amor e incentivo à melhoria.
 

Divagações acerca das relações humanas....
 
Expectativa é o estado ou qualidade de esperar algo ou alguma coisa que seja viável ou provável que aconteça; um grande desejo ou ânsia por receber uma notícia ou presenciar um acontecimento que seja benéfico ou próspero.
 
Do latim exspectare, a palavra expectativa também é utilizada para designar a condição de alguém que tem esperança em algo que foi baseado em promessas ou visibilidade de se tornar realidade.
O sentimento de expectativa só pode existir na ausência da realidade, ou seja, quando o objeto que motiva a expectativa ainda não se tornou viável e real, sendo apenas uma condição presente no desejo de posse do indivíduo, por exemplo. Outra característica necessária para que possa existir a expectativa é a previsão, informação ou condição que sustente esta esperança, caso contrário a chamada "expectativa" não passaria de uma "ilusão" ou utopia.
 
A expectativa é uma suposição incerta, que está mais ou menos influenciada por fatos realistas. Normalmente, quando um indivíduo espera ou deseja muito por algo ou alguma coisa e, eventualmente, a expectativa não cumpre a realidade, surge o sentimento de desilusão.
 
Desilusão é uma decepção ou desencantamento decorrente de uma experiência negativa profunda; é ato de desiludir-se, desenganar-se, o que pressupõe que nos enganamos sobre algo ou alguém, que em um momento qualquer, acreditamos.
 
Em oposição a este cenário, temos a Esperança...
 
De acordo com a Bíblia, a esperança é uma das três virtudes teologais, conforme é possível comprovar em 1 Coríntios 13:13: "Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor."
 
A Esperança é o substantivo feminino que indica o ato de esperar alguma coisa, pode ser também um sinônimo de confiança.
A Confiança é o elo de aço que consolida todas as relações significativas, nas quais as pessoas se presenteiam com as melhores amizades, amores ou relacionamentos, sempre partindo da integridade e da coerência. Poucas dimensões psicológicas são tão vitais, tão nutritivas ao mesmo tempo complexas quanto nos permitirmos confiar em alguém, quanto depositar parte de nós mesmos em outra pessoa. O seu oposto é a desconfiança, que nos “desconecta” da vida e nos deixa encurralados num espaço escuro, ameaçador e pouco confortável. Isso acontece por uma razão muito simples: as pessoas são seres sociais por natureza, fomos feitos para nos conectarmos com nossos semelhantes. Quando isso não acontece ou quando experimentamos a decepção ou a traição na própria pele, o nosso cérebro interpreta como uma ferida real, profunda e dolorosa…  As decepções emocionais estimulam as mesmas áreas de dor como quando sofremos uma queimadura na pele.
Por isso ser tão essencial adoptar um comportamento pró-social mais sincero e as relações de confiança mais íntimas: porque são realmente essenciais para o nosso bem-estar.
“Você deve confiar e acreditar nas pessoas, caso contrário a vida torna-se impossível.”
                                                                                                         Anton Chekhov
Todos nós já passamos por situações em que as emoções trazem uma decepção. Sabemos qual é o seu sabor e o nosso cérebro interpreta essa ausência de harmonia como uma agressão, como a devastação de um bem precioso que considerávamos incorruptível e duradouro. É comum sentirmo-nos humilhados e pior ainda é pensar que semelhante ofensa é da nossa responsabilidade, por termos acreditado, por termos tido a esperança e termos tido expectativas acerca dessas circunstâncias.
Mas nada poderia ser mais distante da realidade. O erro nunca está em quem confia porque essa é a nossa natureza, porque confiar é uma necessidade instintiva do nosso cérebro. O erro, a verdadeira ofensa está em quem trai, em que falha, porque nada é tão ofensivo quanto quebrar os laços sociais em benefício próprio, nada é tão ilógico quanto ir contra um dos princípios mais básicos da humanidade, como a convivência, o respeito pelo grupo e pelas pessoas, especialmente aquelas que investem e confiam em nós.
 

E depois, tanto para as expectativas/ desilusão, confiança/ desconfiança, como para a esperança /desesperança, temos também o conceito de Perspectiva. E uma palavra de múltiplos significados, podendo estar relacionada com o modo como se analisa determinada situação ou objeto; um ponto de vista sobre uma situação em específico; um modo tridimensional de representação ou tudo aquilo que se consegue ver ao longe.

A perspectiva também é aquilo que se percebe externamente, ou seja, a aparência ou aspecto de algo quando observado com certo grau de distanciamento; é a suposição da aparência de alguma coisa, observada a partir de determinado ângulo ou ponto de vista.
 
  
  
 Textos encontrados no Google.com, adaptados de: 
 
 

Esta frase encontrou-me hoje: «Triste é viver na solidão».
A importância de conviver e de sentir-se integrado num contexto de apoio e suporte é essencial para o nosso bem-estar.

Por muito tímidos e reservados que possamos ser, ou por muito convencidos que possamos estar que «não preciso de cultivar amizades», é vital que se desenvolvam competências sociais e se criem rotinas positivas de socialização, dando e recebendo. Aportam tanto para a nossa vida, que podemos e devemos activar uma rede social que nos ajude a conhecermo-nos mais a nós mesmo.
E não se trata apenas de recorrer aos outros em momentos difíceis ou porque precisamos deles para algo. Falamos da vida, com os bons e os menos bons momentos. Não se é amigo só quando dá jeito... Também não se pode ser (ou querer ser) amigo apenas quando há más fases ou quando há uma crise. Partilhar e comungar das alegrias e dos momentos leves, é uma qualidade/ competência essencial para nutrir os laços.

 VS  
 
Os Outros são uma continuidade de nós e são um maravilhoso espelho que nos ajudam a analisar, entender e regular tantos aspectos de nós e da nossa vida. Ter amizades (não falamos de quantidade, mas de qualidade), é uma bênção que, além das muitas aprendizagens que nos possibilita, é habitualmente um processo que nos incentiva a ser melhores, a uma evolução no sentido de nos sentirmos mais completos.
Independentemente de poder haver expectativas defraudadas ou desilusões por certos comportamentos que os outros têm, ou que se desencadeiam em nós pelos outros/ perante os outros/ para com os outros: tudo isso é essencial à nossa evolução e crescimento. 
 
O sentimento que nos liga a alguém, pode e deve ser cultivado e acarinhado, já que, em última instância, estamos a cultivarmos e a acarinharmo-nos a nós próprios.
Estar triste, com conforto do colo e de apoio, é totalmente diferente de estar triste, sentindo-se sozinho e desamparado.
Todos nós podemos ser amparo das pessoas que temos à volta, mesmo que nem nos sejam muito próximas: às vezes, uma palavra gentil ou um sorriso de ânimo, pode inverter a sensação de desânimo e desesperança que todos nós podemos sentir num determinado momento.

São situações (mais ou menos pontuais, mais ou menos intensas, mais ou menos prolongadas no tempo...) que nos afectam de formas tão idiossincráticas que as nossas verdades pessoais podem ser abaladas por essas consequências. Não importa o quão julgamos estar preparados, pois apesar disso, nem sempre conseguimos amparar os golpes de forma a minimizar impactos negativos em nós.
E daí ser tão fundamental o suporte de quem temos ao lado. Não muda os desencadeantes, mas interfere de sobremaneira nas consequências despoletadas.

 Imagem: shutterstock_25020796